Chuva avança após vendavais e granizo em países vizinhos

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A instabilidade avança pelo Rio Grande do Sul neste sábado depois de ter provocado fortes temporais na Argentina e no Uruguai, com estragos em várias cidades dos países vizinhos durante as últimas horas. Houve queda de granizo e ainda vendavais com rajadas muito intensas e destrutivas.

A linha de instabilidade com fortes tempestades avançou do Uruguai e da Argentina e atua no Oeste e parte do Sul na manhã deste sábado. A linha se desloca pelo estado com rapidez no decorrer do dia, especialmente à tarde, levando chuva para todas as regiões. Antes da chuva, o tempo vai estar quente e abafado na maioria das localidades, com exceção do Oeste e do Sul que terão precipitação mais cedo.

Segundo a MetSul, é alto o risco de temporais com chuva forte e de curta duração. Os temporais podem ainda vir com vendavais em diferentes municípios. O maior risco se concentra na Metade Oeste gaúcha e no Centro do estado, embora não se possa afastar temporais isolados também mais a Leste do Rio Grande do Sul.

O instituto meteorológico reitera que os temporais não irão atingir todas as cidades gaúchas e que o cenário de tempestades é radicalmente distinto daquele de 16 de janeiro deste ano, quando Porto Alegre e várias outras cidades experimentaram tempo muito severo, com grandes estragos.

Os temporais, aliás, já começaram a atingir o estado gaúcho. A linha de tempestades que avançou a partir do Uruguai alcançou o Oeste gaúcho ainda no final da madrugada deste sábado, trazendo nuvens muito carregadas, com chuva torrencial e vendavais para municípios da região da fronteira.

A estação oficial do Instituto Nacional de Meteorologia em Quaraí anotou 59,6 mm em apenas uma hora no final da madrugada, com rajadas de vento de 76 km/h. Uruguaiana anotou rajadas ao redor de 70 km/h no aeroporto Rubem Berta, com registro de chuva forte e trovoadas.

Fonte: MetSul Meteorologia

Vândalos depredam patrimônio público em frente à Prefeitura de Casca

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Na noite de sexta-feira (8), vândalos depredaram o patrimônio público em frente ao Centro Administrativo de Casca.

A ação danificou novos bancos que foram instalados no entorno do prédio da Prefeitura e, segundo a Administração Municipal, as medidas cabíveis já estão sendo tomadas para a punição dos envolvidos no ato.

Nas redes sociais, o Poder Público repudiou os atos de vandalismo e pediu a ajuda da população para denunciar atos semelhantes através do telefone 3347-1490 (Polícia Civil) e 190 (Brigada Militar).

UPF Casca acolhe estudantes em programação de volta às aulas

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Para marcar o início do primeiro semestre de 2024, a UPF Casca promoveu um momento de integração na noite de quinta-feira, 07 de março. A atividade contou com parceria do Diretório Acadêmico e do Sicredi, e reuniu estudantes e professores dos diversos cursos ofertados no campus. Além de lanche e brindes, o momento incluiu apresentações musicais de estudantes da UPF Casca.

Abrindo a programação, realizada durante o intervalo das aulas, o diretor do campus Casca, Henrique Bertosso, acolheu os estudantes, professores e funcionários, e apresentou a nova diretoria que está à frente do Diretório Acadêmico. Para o diretor, a Universidade vai muito além de um local de formação. “A Universidade são as pessoas: os estudantes, os funcionários, os professores e a comunidade. Então, é muito importante a gente valorizar todas essas pessoas envolvidas na nossa Instituição”, destacou.

O presidente do Diretório Acadêmico, o acadêmico de Direito Felipe Araújo, colocou-se à disposição para dialogar com os demais estudantes. “Vamos trabalhar para tornar o ambiente melhor para todos os cursos”, comentou. O gerente da agência de Casca do Sicredi, Renato Rossi, também participou da acolhida. “O Sicredi e a UPF têm uma parceria já de longa data, e acho que 90% da nossa equipe na agência de Casca se formou aqui na UPF”, lembrou.

Alvará já está disponível para pagamento em Vanini

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A Secretaria da Fazenda de Vanini informou, por meio das redes sociais da Prefeitura, que o Alvará 2024 já foi entregue para os contribuintes e o pagamento deverá ser feito até o dia 1º de abril, em parcela única.

“Solicitamos que, no momento da retirada do alvará, seja apresentado o Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio atualizado (Caso o apresentado anteriormente esteja vencido). Se o APPCI ainda não estiver liberado, deve ser apresentado o protocolo de encaminhamento da documentação ao Corpo de Bombeiros”, ressaltou o comunicado.

O alvará é um documento concedido pela Prefeitura que autoriza o funcionamento de uma empresa, conforme o local e a atividade solicitados. Mais informações podem ser obtidas pelo fone (54) 3340-1200.

Lavouras de soja no RS estão em enchimento de grãos

A cultura da soja segue em desenvolvimento no Rio Grande do Sul, preponderando a fase de enchimento de grãos, abrangendo 68% dos cultivos. A maturação atinge 8% e algumas lavouras, ainda sem relevância estatística, foram colhidas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (7) pela Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), nas diversas regiões produtoras, as lavouras de soja apresentaram melhora significativa, após o aumento da frequência de precipitações, em fevereiro. O volume ultrapassou 200 mm em parte do Estado, mas na região Sudeste foi significativamente menor, gerando um quadro de estiagem localizado.

Nesta semana, durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, a Emater/RS-Ascar apresentou a atualização da estimativa da safra de grãos de verão 2023/2024. A área cultivada com soja no Estado foi reavaliada em 6.681.716 hectares, sendo 0,35% superior aos 6.658.472 hectares cultivados na safra passada (2022/2023). No entanto, as sucessivas precipitações proporcionarão um aumento na produtividade em 70,83%, comparativamente entre 2022/2023 e 2023/2024, passando de 1.949 kg/ha para 3.329 kg/ha. Em decorrência desse incremento, a produção estadual da oleaginosa deverá alcançar 22.246.630 toneladas, sendo 71,52% maior do que em 2023, quando chegou a 12.970.362.

No milho, a segunda avaliação da safra de verão realizada pela Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 812.795 hectares na safra 2023/2024, indicando redução de 1,27% na área cultivada em comparação à safra 2022/2023, que totalizou 823.267 hectares plantados. As dificuldades enfrentadas no cultivo do milho precoce, devido ao excesso de chuvas na primavera e à resultante elevada umidade, causaram perdas significativas por erosão, lixiviação de nutrientes, aumento de doenças e desafios na polinização. Esses prejuízos levaram à revisão do cultivo na safrinha por parte dos produtores, que realocaram uma fração da área destinada ao milho para outras culturas.

No período, houve prosseguimento na colheita do milho, que alcançou 70% da área cultivada. O baixo volume de chuvas continua prejudicando pontualmente algumas lavouras, que estão 11% em maturação, 10% em enchimento de grãos, 4% em floração e 5% das lavouras de milho estão em germinação e desenvolvimento vegetativo.

Milho silagem – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Alegrete, a colheita das lavouras destinadas à produção de silagem está em fase final, alcançando 90% da área cultivada. A produtividade e a qualidade estão em conformidade com a média inicialmente esperada. No entanto, em algumas localidades, onde o acumulado de chuvas foi menor em janeiro e fevereiro, observaram-se redução no porte das plantas e no tamanho das espigas, bem como encurtamento do ciclo de desenvolvimento, afetando a produtividade. Já na de Erechim, 95% da colheita foi concluída, e 5% das lavouras estão em fase de grão pastoso ou leitoso, próximas ao corte. A produtividade média das áreas colhidas é de 35.000 kg/ha.