A Administração Municipal de Muliterno, por meio da Secretaria de Educação, realizou a entrega de kits escolares para os alunos da rede municipal de ensino. A iniciativa visa proporcionar melhores condições de aprendizado, garantindo que todos os estudantes tenham acesso aos materiais necessários para o desenvolvimento educacional.
Ao todo, foram distribuídos 71 kits escolares para os alunos da rede municipal, de acordo com a faixa etária e etapa escolar dos alunos. As crianças da educação infantil, de 2 e 3 anos, receberam um conjunto contendo massa de modelar, lápis de cor jumbo, tinta guache, cola escolar, tesoura sem ponta, giz de cera, papel sulfite A3 e mochila. Já os alunos da pré-escola de 4 e 5 anos receberam massa de modelar, lápis de cor, lápis preto nº 2, apontador com reservatório, borracha, cola escolar, tesoura sem ponta, pincel, caneta hidrocor, papel sulfite A4 e mochila.
Para os estudantes do ensino fundamental nos anos iniciais, do 1º ao 5º ano, foram fornecidos cadernos brochurão, lápis de cor, lápis preto, apontador com reservatório, borracha, cola escolar, tesoura sem ponta, tinta guache, pincel, cola bastão, caneta hidrocor, régua, pasta com aba elástica, canetas esferográficas azul, preta e vermelha, papel sulfite A4 e mochila.
Na noite desta quinta-feira (27), um grave acidente de trânsito no Km 51 da ERS-129, em Casca, vitimou o soldado Cleber Monteiro dos Santos, de 26 anos. O policial militar, lotado em Santo Antônio do Palma, havia concluído o serviço e seguia para São Domingos do Sul, quando perdeu o controle da viatura.
Abaixo, a nota de pesar emitida pela Brigada Militar:
“A Brigada Militar comunica, com profundo pesar, o falecimento do Sd Cleber Monteiro dos Santos, nesta quinta-feira (27/3), em decorrência de um acidente de trânsito, em Casca. O Sd Monteiro, de 26 anos, ingressou na Brigada Militar em 2023 e estava lotado no 3º RPMon, em Santo Antônio de Palma. Deixa um filho de 6 anos. Os atos fúnebres serão informados em breve. A BM se solidariza com familiares e amigos neste momento difícil, lamentando profundamente o ocorrido.”
De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), a colheita da soja avançou de 11% para 24% da área cultivada acompanhando o término do ciclo fenológico das lavouras. A produtividade média está estimada em 2.240 kg/ha, com ampla variabilidade. Nas áreas a Oeste, foram registradas perdas que inviabilizam economicamente a colheita. Já em partes do Planalto e nos Campos de Cima da Serra, as produtividades estão próximas ao potencial das cultivares, ultrapassando 4 mil kg/ha, em lavouras beneficiadas por precipitações regulares. Nas zonas críticas, observa-se aumento expressivo de demandas por cobertura do Proagro.
No Estado, o cenário predominante é de intenso amarelecimento das folhas, associado ao amadurecimento e senescência, indicando a conclusão do ciclo e a maturação em 43% das áreas, semeadas até a primeira quinzena de dezembro. Entretanto, em parte das lavouras, está sendo necessário realizar a dessecação pré-colheita para uniformizá-las, pois as condições climáticas, predominantemente secas e a ocorrência de chuvas irregulares, provocaram rebrotes, resultando em plantas com legumes verdes e secos simultaneamente.
Essa desuniformidade pode dificultar a colheita e impactar negativamente a qualidade do produto, além de provocar descontos na comercialização. Outro fator que interfere na colheita são os grãos com umidade próxima a 13%; em algumas áreas, os níveis chegam a até 7%, caracterizando extrema secura. Essa condição não apenas reduz os rendimentos, como também aumenta significativamente os danos mecânicos durante o processo de trilha.
A escassez pluviométrica em março poderá comprometer o potencial produtivo das lavouras em fase de floração e enchimento de grãos (35%), agravando a expectativa de redução nos rendimentos médios, já considerados baixos.
Em termos fitossanitários, na maioria das áreas, concluíram-se os tratamentos, embora alguns produtores insistam em aplicar fungicidas nos talhões de maior potencial produtivo, mesmo sob condições de baixa umidade relativa do ar, desfavoráveis à incidência de patógenos.
MILHO
A colheita do milho avançou, atingindo 80%, sendo otimizada pela ausência de chuvas. A distribuição fenológica das lavouras é: 9% em maturação, 9% em estádio reprodutivo (floração e enchimento de grãos) e 2% em desenvolvimento vegetativo, correspondendo a semeaduras tardias.
Nas áreas remanescentes, a manutenção do potencial produtivo depende da estabilidade climática. Porém o déficit pluviométrico acumulado em março ameaça comprometer o rendimento. Há relatos de sintomas de estresse hídrico em parte do Estado.
A produtividade está estimada em 6.866 kg/ha, refletindo redução de 3,5% na projeção inicial devido à estiagem. Entretando, a qualidade dos grãos se mantém superior, com teores de umidade próximos a 13%, minimizando descontos comerciais nas unidades de recebimento. Essa condição também tem otimizado o fluxo operacional nos armazéns em função da menor necessidade de secagem.
Em relação ao aspecto fitossanitário, observa-se baixa pressão de doenças e pragas, destacando-se cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), que exige controle químico até o estádio V10, e lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), monitorada para intervenções em estádios larvais precoces.
Um estudo inédito da Fundação do Câncer divulgado nesta quinta-feira (27) projeta um aumento expressivo de casos de câncer colorretal no Brasil para os próximos anos. Segundo o levantamento, o número de novos casos deve ter um crescimento estimado de 21% entre 2030 e 2040.
De acordo com a fundação, o aumento pode ser atribuído ao envelhecimento da população brasileira, à baixa adesão a hábitos saudáveis e, sobretudo, à falta de programas de rastreamento eficazes.
Também chamado de câncer de cólon e reto ou câncer de intestino grosso, o câncer colorretal figura entre os cinco principais tipos de câncer que acometem homens e mulheres em todo o mundo.
A fundação alerta que, atualmente, não existe um protocolo específico no Brasil para rastreamento do câncer colorretal. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, a indicação é que o exame de colonoscopia seja feito a cada dez anos, a partir dos 50 anos de idade, para pacientes assintomáticos.
De acordo com o estudo, a maioria dos casos de câncer colorretal no país será observada entre pessoas com mais de 50 anos, grupo considerado de maior risco. A estimativa é que mais de 88% dos casos em 2040 estarão concentrados nessa faixa etária.
Entenda
O levantamento mostra uma projeção da evolução da doença entre homens e mulheres para 2030-2035-2040, feita com base nos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), nos números de óbitos registrados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e nas projeções populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os anos de 2030, 2035 e 2040.
As estimativas de casos novos no Brasil indicam um aumento de cerca de 21% entre 2030 e 2040 (de 58.830 para 71.050 casos, respectivamente). As regiões Centro-Oeste (32,7%) e Norte (31,13%) devem registrar os maiores incrementos da doença e o Sudeste, o menor (18%).
Apesar do menor percentual de crescimento em relação à média brasileira, o Sudeste apresenta números absolutos maiores que outras regiões. A projeção é de um crescimento de 32.410 casos em 2030 para 38.210 em 2040.
A incidência da doença, segundo o estudo, é equivalente entre os sexos feminino e masculino, com exceção das regiões Centro-Oeste e Sul, onde os homens apresentam valores levemente superiores aos das mulheres.
Para que essas tendências não se concretizem, a fundação reforça a importância de adaptar estratégias de prevenção e de diagnóstico às realidades locais do país, por meio de ações regionalizadas, permitindo a ampliação de programas de rastreamento, fundamentais para a detecção precoce e, consequentemente, redução da mortalidade.
De acordo com a entidade, a detecção precoce por meio de exames como colonoscopia e pesquisa de sangue oculto nas fezes é fundamental para reduzir a mortalidade causada pela doença.
“No entanto, o rastreamento populacional organizado ainda é um desafio no Brasil, especialmente considerando as dificuldades enfrentadas por países de baixa e média renda”, avaliou a fundação, citando pontos como infraestrutura inadequada dos sistemas de saúde, dificuldade de acesso aos exames e adesão reduzida da população devido à falta de conscientização e ao medo do diagnóstico.
Além da regionalização de políticas públicas e da alocação de recursos de acordo com as necessidades específicas de cada região, a entidade considera fundamental reduzir desigualdades no acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer colorretal.
Outra estratégia consiste em ações que impactam nos fatores sociais de prevenção à doença, como mudanças no estilo de vida, por meio de práticas saudáveis na alimentação, na atividade física e na redução de fatores de risco, incluindo tabagismo e consumo de carne processada.
A Administração Municipal de Vanini implementou um novo programa de incentivo à bovinocultura, visando apoiar os produtores na realização de silagem para bovinos de corte e de leite.
Veja como funciona:
– Auxílio de R$ 400,00 por hectare (Limitado a R$ 4.000,00), no caso de contratação de empresa terceirizada, ou, em caso de realização de serviço com as máquinas da Prefeitura, 3 horas para produção ou 5 horas para transporte da silagem.
– Utilização de silagem para consumo próprio na propriedade, sem o intuito da comercialização.
– Limitado a um agricultor por propriedade.
– É necessário estar em dia com a Tesouraria da Prefeitura Municipal.
Informações e inscrições (54) 97602-2040, com a Secretaria Municipal da Fazenda.