SERCCA dá início à temporada 2026

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Nesta semana, aconteceu a apresentação interna do SERCCA no Ginásio Maurílio Rodrigues de Silva, em Casca, dando o pontapé inicial na temporada 2026. Os atletas foram oficialmente apresentados à direção e à comissão técnica e, logo na sequência, o professor Tiago Bortolon já comandou o primeiro treinamento com bola, iniciando os trabalhos dentro de quadra.

A primeira competição do ano está prevista para começar no fim de março e, até lá, o técnico Bortolon vai intensificar a preparação da equipe, ajustando o modelo de jogo, trabalhando a parte física e buscando o melhor entrosamento do grupo para a estreia oficial.

Em Vanini, deputada Franciane Bayer entrega equipamentos e anuncia novos recursos para municípios da região

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A deputada federal Franciane Bayer (Republicanos) esteve em Vanini na quinta-feira (26), onde participou de um almoço com prefeitos, vice-prefeitos e lideranças regionais. O encontro reuniu representantes de Vanini, São Domingos do Sul, Santo Antônio do Palma, Caseiros, Ibiraiaras, Serafina Corrêa, Vila Lângaro, Vista Alegre do Prata e Tupanci do Sul.

Durante a agenda, a parlamentar realizou a entrega de equipamentos para a Patrulha Agrícola Vaninense e anunciou a destinação de novas emendas parlamentares de seu gabinete e do senador Hamilton Mourão (Republicanos) para os municípios presentes.

“Nosso trabalho é de resultados. Não basta apenas enviar os recursos, queremos que os valores sejam aplicados em obras e aquisições que apresentem impacto prático no dia a dia da comunidade”, afirmou a deputada.

Entre os recursos confirmados, Vanini foi contemplado com R$ 200 mil para a aquisição de um veículo destinado à Secretaria Municipal de Assistência Social. Já São Domingos do Sul recebeu a indicação de emenda do senador Mourão, no valor de R$ 200 mil, para custeio na área da saúde. Santo Antônio do Palma também foi beneficiado com recursos do senador.

Maior parte das lavouras de soja estão em fase de enchimentos de grãos

A cultura da soja se encontra majoritariamente na fase de enchimento de grãos (60%), seguida por floração (28%), desenvolvimento vegetativo (8%) e maturação (4%). De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado na quinta-feira (26), a colheita está incipiente; ocorre apenas em algumas lavouras de ciclo mais precoce ou mais afetadas por restrição hídrica.

Para a Safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a Emater/RS-Ascar indica área cultivada de 6.742.236 hectares. Nova estimativa de produtividade da soja (e demais culturas) está sendo realizada e deverá ser divulgada na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, no dia 10 de março.

As precipitações ocorridas entre 16 e 19/02 apresentaram maior abrangência espacial no território estadual, apesar das variações nos volumes acumulados entre regiões e municípios. Esses eventos promoveram recomposição significativa da umidade no solo, atenuando o estresse hídrico e contribuindo para a redução da irregularidade no desenvolvimento das lavouras, sobretudo nos cultivos em estádios reprodutivos.

No entanto, a restrição hídrica registrada em janeiro e na primeira quinzena de fevereiro, associada a temperaturas elevadas, resultou em perdas irreversíveis nas lavouras semeadas precocemente, principalmente em solos rasos, compactados ou com menor capacidade de retenção de água. Nesses cultivos, houve abortamento de flores e vagens, redução do porte das plantas, desfolha e encurtamento do ciclo fenológico.

A ocorrência de precipitações no período possibilitou a retomada do crescimento vegetativo e reprodutivo nas lavouras de semeadura intermediária e tardia, possibilitando a recuperação parcial do potencial produtivo e a diminuição da amplitude dos contrastes entre áreas.

Observa-se variabilidade no potencial produtivo, condicionada à distribuição das chuvas, à época de semeadura, ao ciclo das cultivares e às práticas de manejo. Apesar da recomposição hídrica no período, parte das perdas já se encontra consolidada, enquanto áreas beneficiadas por volumes mais regulares de precipitação mantêm potencial produtivo próximo ao inicialmente projetado.

MILHO

A colheita do milho avançou de forma lenta em decorrência das precipitações mais abrangentes do período, alcançando aproximadamente 60% da área cultivada no Estado. Nas áreas colhidas, a produtividade está próxima à projeção inicial, com menor impacto da insuficiência hídrica ao longo do ciclo. Estima-se o cultivo de 785.030 hectares e produtividade de 7.370 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar. Nova projeção será divulgada no início de março.

As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo (5%), floração (4%), enchimento de grãos (12%) e em maturação (19%). Houve redução da intensidade do estresse hídrico, o que contribuiu para mitigar perdas adicionais no potencial produtivo remanescente. Entretanto, em diversas áreas, as chuvas ocorreram de forma tardia, sem capacidade de reverter perdas já consolidadas em decorrência da restrição hídrica, registrada entre janeiro e a primeira quinzena de fevereiro.

MILHO SILAGEM

As precipitações ocorridas nas últimas semanas contribuíram para aliviar o estresse hídrico que afetava muitas lavouras. Na maior parte do Estado, as chuvas ajudaram a restabelecer a umidade do solo e permitiram recuperar parte das perdas de produtividade. Porém, há algumas localidades onde as chuvas não foram suficientes, e ocorrerão perdas relevantes.

Conforme estimativa da Emater/RS-Ascar, a área destinada ao milho para silagem deve atingir 366.067 hectares, e a produtividade estimada é de 38.338 kg/ha. A semeadura da cultura está finalizada em praticamente todo o Estado, e a colheita alcança 65% das áreas plantadas. Ainda há 9% de lavouras em início de maturação, 9% em enchimento de grãos, 5% em floração e 12% em desenvolvimento vegetativo.

Resumo da Sessão Ordinária nº 04/2026 da Câmara de Vereadores de Casca

Na última Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Casca, realizada no dia 23 de fevereiro, foi apreciada a seguinte Pauta pelos edis:

– Ata da Sessão Ordinária nº 03/2026.

– Moção de Aplausos nº 04/2026, proposta pelo vereador Arlindo Bordignon: “Moção de Aplausos à Escola Estadual de Ensino Fundamental Marechal Arthur da Costa e Silva pela passagem de seus 68 anos”. Aprovada por unanimidade.

– Pedido de Indicação nº 06/2026, proposto pela vereadora Cláudia Inês Kohlrausch Oliveira: “Indica ao Poder Executivo o encaminhamento de Projeto de Lei que institua o Programa Bolsa-Atleta e crie o Fundo Municipal de Esportes no município de Casca-RS, com o objetivo de incentivar, fortalecer e valorizar o esporte local”.

Estiveram presentes na sessão os seguintes vereadores: Ezequiel Marchioro (Presidente), Alex Piano (Vice-Presidente), Simone Tibolla Variani (Secretária), Dagoberto D’Agnoluzzo, Ivonir Stringhi, Sirlei Rapkievisk, Arlindo Bordignon, Eraldo Soccol e Cláudia K. Oliveira.

A próxima sessão será realizada na segunda-feira, dia 2 de março.

Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

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O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.

Entre as unidades da federação, esse valor variou de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal. Nove estados e o DF superaram o rendimento médio nacional.

Na sequência do DF, que registrou a maior renda, ficaram os estados de São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$2.839), Santa Catarina (R$2.809), Rio de Janeiro (R$2.794), Paraná (R$ 2.762), Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335).

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o órgão, a divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de pagamentos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Além disso, em consequência, define os compromissos assumidos para determinar os valores que serão repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) “para o cálculo dos fatores representativos do inverso do rendimento domiciliar per capita”.

Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores.

“Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes”, informou, acrescentando que para o cálculo, todos os moradores são considerados, incluindo os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

Os valores são definidos levando em consideração os rendimentos brutos de trabalho e de outras fontes, efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa, acumulando as informações das primeiras visitas da PNAD Contínua aos domicílios, feitas no 1º, 2º, 3º, e 4º trimestres de 2025.

Segundo o IBGE, a PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada desde janeiro de 2012, “que acompanha as flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho, entre outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país”.

Em 2020 e 2021 os dados sofreram impacto da pandemia de covid-19 e de acordo com o IBGE, houve queda acentuada de taxas de aproveitamento da coleta, sobretudo da primeira visita ao domicílio. “As menores taxas de aproveitamento das entrevistas refletiam o contexto excepcional, ocasionado pela pandemia de covid-19 nesses anos e os procedimentos adotados para minimizar as perdas de informação que poderiam ocorrer devido à pandemia, ao isolamento social e ao acesso dos entrevistadores aos domicílios”, explicou.

Esse panorama começou a mudar a partir de 2022, quando já se observava o processo de recuperação do aproveitamento das entrevistas em curso, o que se consolidou em 2023.

“Diante desses impactos, para o cálculo do rendimento domiciliar per capita dos anos de 2020, 2021 e 2022 foi adotada a quinta visita ao domicílio, em alternativa ao padrão até então adotado (primeira visita) e temporariamente suspenso em decorrência da pandemia de covid-19.”

“A partir de 2023, com o retorno aos níveis de aproveitamento das amostras, o cálculo do rendimento domiciliar per capita volta a ter como referência o banco de primeira visita aos domicílios”, concluiu o IBGE.

Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente, segundo as Unidades da Federação – 2025

Unidades da FederaçãoRendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente (R$)
Brasil2.316
Rondônia1.991
Acre1.392
Amazonas1.484
Roraima(1)1.878
Pará1.420
Amapá1.697
Tocantins2.036
Maranhão1.219
Piauí1.546
Ceará1.390
Rio Grande do Norte1.819
Paraíba1.543
Pernambuco1.600
Alagoas1.422
Sergipe1.697
Bahia1.465
Minas Gerais2.353
Espírito Santo2.249
Rio de Janeiro2.794
São Paulo2.956
Paraná2.762
Santa Catarina2.809
Rio Grande do Sul2.839
Mato Grosso do Sul2.454
Mato Grosso2.335
Goiás2.407
Distrito Federal 4.538

Fonte: Agência Brasil