Prefeito Gilberto Szimainski foi eleito presidente da Ampla

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O prefeito de Santo Antônio do Palma, Gilberto Szimainski, foi eleito presidente da Associação dos Municípios do Planalto (Ampla) para a gestão 2026. A escolha ocorreu em reunião realizada no dia 22 de janeiro, na Casa dos Municípios, no Campus I da Universidade de Passo Fundo (UPF). Ele sucede a prefeita de Camargo, Jeanice Fernandes.

A Ampla tem atuação institucional, política e técnica, com o objetivo de fortalecer o municipalismo, promover a troca de experiências, cooperar entre as cidades, qualificar gestores e servidores municipais e prestar assessoramento às prefeituras.

Já o Consórcio Intermunicipal da Região do Planalto Médio (Ciplam) permanece sob a presidência do prefeito de David Canabarro, Lauro Benedetti, com eleição de nova diretoria prevista para o próximo ano.

Jantar do Peixe marca comemoração dos 34 anos de Muliterno

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O município de Muliterno realiza, no dia 20 de março, a XIV edição do Jantar do Peixe, evento que integra as comemorações pelos 34 anos de emancipação. A programação ocorre no Salão Comunitário e é organizada pela Prefeitura.

O cronograma prevê protocolo oficial às 20 horas e jantar a partir das 21 horas, com cardápio à base de peixe. Após, haverá baile com as Bandas Passarela e Musical JM. Os ingressos, que custam R$ 75,00, estão disponíveis com Chaiane Pozza (99647-1741), Alisson Munhon (99941-5587) e na Prefeitura de Muliterno (99974-3244).

Nipah: saiba mais sobre o vírus que preocupa a Ásia

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Autoridades sanitárias indianas enfrentam um novo surto do vírus Nipah. Na província de Bengala Ocidental, pelo menos cinco casos foram confirmados entre profissionais de saúde de um hospital e cerca de 100 pessoas foram colocadas em quarentena na mesma unidade de saúde. Países vizinhos, incluindo Tailândia, Nepal e Taiwan, ampliaram as medidas sanitárias de precaução em aeroportos em razão do risco de disseminação.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Nipah é um vírus zoonótico (transmitido de animais para humanos), mas que também pode ser transmitido por meio de alimentos contaminados ou diretamente entre pessoas. Em pacientes infectados, o vírus causa uma variedade de sintomas, desde infecções assintomáticas até doenças respiratórias agudas e encefalite fatal. 

“Embora o vírus Nipah tenha causado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma ampla gama de animais e causa doenças graves e morte em humanos, tornando-se uma preocupação de saúde pública”, destacou a OMS. 

O consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia Benedito Fonseca explica que a incidência do vírus na Índia por fatores ambientais e culturais e as formas de transmissão limitam o alcance, se comparado a micro-organismos que causaram pandemias como a da covid-19.

Para o professor de infectologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), é pequeno o potencial do vírus se espalhar pelo planeta e causar uma nova pandemia.

Origem

Identificado pela primeira vez em 1999, durante um surto entre criadores de suínos na Malásia, o Nipah foi registrado posteriormente em Bangladesh em 2001 e, desde então, surtos quase anuais têm sido notificados no país. A doença, segundo a OMS, também vem sendo periodicamente identificada no leste da Índia, onde fica Bengala Ocidental, epicentro do surto atual.

“Outras regiões podem estar em risco de infecção, visto que evidências do vírus foram encontradas no reservatório natural conhecido (morcego do gênero Pteropus) e em diversas outras espécies de morcegos em vários países, incluindo Camboja, Gana, Indonésia, Madagascar, Filipinas e Tailândia.

Transmissão

Durante o primeiro surto reconhecido do Nipah, na Malásia, e que também afetou Singapura, a maioria das infecções humanas resultou do contato direto com porcos doentes. Acredita-se que a transmissão tenha ocorrido por meio da exposição desprotegida às secreções dos porcos ou pelo contato desprotegido com a carcaça de um animal doente.

Em surtos subsequentes, em Bangladesh e na Índia, o consumo de frutas e produtos derivados, como suco, contaminados com urina ou saliva de morcegos frugívoros infectados pelo vírus foi a fonte de infecção mais provável. A transmissão do vírus de pessoa para pessoa também foi relatada entre familiares e cuidadores de pacientes infectados, por meio do contato próximo com secreções e excreções humanas. 

Em Siliguri, na Índia, em 2001, a transmissão do Nipah também foi relatada em uma unidade de saúde, onde 75% dos casos ocorreram entre funcionários ou visitantes do hospital. Entre 2001 e 2008, cerca de metade dos casos relatados em Bangladesh foram causados por transmissão de pessoa para pessoa, através do atendimento a pacientes infectados.

Sinais e sintomas

Segundo a OMS, pacientes infectados desenvolvem inicialmente sintomas como:

– febre 

– dor de cabeça 

– mialgia (dor muscular)

– vômitos 

– dor de garganta

Os sintomas que podem vir a seguir são:

– tonturas

– sonolência 

– alteração do nível de consciência 

– sinais neurológicos que indicam encefalite aguda. 

Algumas pacientes também podem apresentar pneumonia atípica e problemas respiratórios graves, incluindo síndrome do desconforto respiratório agudo. Encefalite e convulsões ocorrem em casos graves, progredindo para coma entre 24 horas a 48 horas.

O período de incubação do Nipah (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de quatro a 14 dias, mas já foram relatados períodos de incubação de até 45 dias.

Ainda de acordo com a OMS, a maioria das pessoas que sobrevivem à encefalite aguda causada pelo vírus se recupera completamente, mas sequelas neurológicas de longo prazo foram relatadas em cerca de 20% dos sobreviventes, incluindo distúrbios convulsivos e alterações de personalidade. 

Um pequeno número de pessoas que se recuperam posteriormente apresenta recaída ou desenvolve encefalite de início tardio.

A taxa de letalidade do Nipah é estimada entre 40% e 75% e pode variar de acordo com o surto, dependendo da capacidade local de vigilância epidemiológica e de manejo clínico de pacientes.

Diagnóstico

Como os sintomas iniciais da infecção são inespecíficos, o diagnóstico, muitas vezes, demora, o que comumente gera desafios na detecção de surtos, na implementação de medidas eficazes e oportunas de controle da infecção e nas atividades de resposta a surtos do Nipah.

A infecção pode ser diagnosticada com base no histórico clínico durante as fases aguda e de convalescença da doença. Os principais testes utilizados são o RT-PCR em fluidos corporais e a detecção de anticorpos por meio do ensaio imunoenzimático. Outros testes utilizados incluem o ensaio de PCR e o isolamento viral por cultura celular.

Tratamento

Atualmente, não existem medicamentos ou vacinas específicos para a infecção pelo vírus, embora a OMS tenha identificado o Nipah como parte de sua lista de patógenos com potencial de desencadear uma epidemia. A recomendação da entidade é que os pacientes sejam submetidos a tratamento intensivo de suporte para complicações respiratórias e neurológicas graves.

Hospedeiros

Morcegos frugívoros da família Pteropodidae, sobretudo espécies que pertencem ao gênero Pteropus, são classificados pela OMS como hospedeiros naturais do Nipah. Não há sinais aparentes da doença nesses animais.

Os primeiros surtos do vírus em suínos e em outros animais domésticos, como cavalos, cabras, ovelhas, gatos e cães, foram relatados durante o surto inicial na Malásia, em 1999. O vírus, segundo a OMS, é altamente contagioso em suínos.

“Um suíno infectado pode não apresentar sintomas, mas alguns desenvolvem doença febril aguda, dificuldade respiratória e sintomas neurológicos, como tremores, espasmos e contrações musculares. Geralmente, a mortalidade é baixa, exceto em leitões jovens”, diz a OMS.

Os sintomas, de acordo com a entidade, não são muito diferentes de outras doenças respiratórias e neurológicas que também afetam suínos. A orientação é suspeitar de infecção pelo Nipah caso os suínos também apresentem tosse incomum ou se houver casos de encefalite em humanos registrados na região.

Prevenção

Na ausência de uma vacina, a OMS avalia que a única maneira de reduzir ou prevenir a infecção pelo Nipah em pessoas é aumentar a conscientização sobre os fatores de risco, além de educar a sociedade sobre medidas a serem tomadas para reduzir a exposição ao vírus.

Segundo a entidade, as mensagens educativas de saúde pública devem focar em:

– reduzir o risco de transmissão de morcegos para humanos;

– esforços para prevenir a transmissão, que devem se concentrar, em primeiro lugar, em diminuir o acesso de morcegos à seiva de produtos alimentares frescos. “Manter os morcegos afastados dos locais de recolha da seiva com coberturas protetoras (como saias de bambu) pode ser útil”. Os sucos recém-colhidos devem ser fervidos e as frutas devem ser bem lavadas e descascadas antes do consumo. Frutas com sinais de mordidas de morcego devem ser descartadas;

– reduzir o risco de transmissão de animais para humanos;

– utilizar luvas e outras roupas de proteção ao manusear animais doentes ou seus tecidos, e durante procedimentos de abate e eliminação. Na medida do possível, as pessoas devem evitar contato com porcos infetados. Em áreas consideradas endêmicas, deve-se considerar a presença de morcegos frugívoros na área e, em geral, a ração e os estábulos dos suínos devem ser protegidos contra morcegos sempre que possível;

– reduzir o risco de transmissão de humano para humano;

– evitar o contato físico próximo e desprotegido com pessoas infectadas pelo vírus. “A lavagem frequente das mãos deve ser realizada após cuidar ou visitar pessoas doentes”, concluiu a OMS.

Fonte: Agência Brasil

Investimento conjunto amplia videomonitoramento no interior de Vanini

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O Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (CONSEPRO) de Vanini concluiu a instalação de três novos pontos de videomonitoramento no interior do município, por meio do Projeto Interior Mais Seguro.

Foram instaladas câmeras em três locais considerados estratégicos: Comunidade São Paulo, Comunidade Saúde e Estrada Linha Casteli. O sistema amplia o monitoramento preventivo e oferece suporte às forças de segurança, contribuindo para a proteção do patrimônio e para a tranquilidade dos moradores do meio rural.

O projeto recebeu recursos do Fundo Social do Sicredi e teve investimento total de R$ 41.122,16, dos quais R$ 17.122,16 foram aportados pela Prefeitura. Segundo a administração municipal, o apoio ao projeto integra as ações voltadas à segurança pública e ao atendimento de demandas das comunidades.

Sicredi Aliança RS/SC/ES inicia Reuniões de Núcleo 2026 a partir de fevereiro

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A Sicredi Aliança RS/SC/ES dá início, a partir do dia 2 de fevereiro, ao calendário de Reuniões de Núcleo, que serão realizadas nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os encontros integram a agenda institucional da cooperativa e têm como principal objetivo apresentar o que a cooperativa está realizando, além de fortalecer o relacionamento, a transparência e a participação do associado.

Ao longo dos meses de fevereiro e março, os encontros serão realizados em diferentes municípios, ampliando o acesso dos associados às informações e incentivando a participação ativa nas decisões da cooperativa.

Confira o calendários de Reuniões de Núcleo da cooperativa:

FEVEREIRO

02/02/2026 – Camargo/RS

03/02/2026 – Marau Sul/RS

04/02/2026 – São Domingos e Santa Gema/RS

05/02/2026 – Marau Norte/RS

09/02/2026 – Marau Centro/RS

10/02/2026 – Casca/RS

11/02/2026 – Serafina Corrêa/RS

19/02/2026 – Nicolau Vergueiro/RS

26/02/2026 – Gentil/RS

MARÇO

03/03/2026 – Rancho Queimado/SC

04/03/2026 – Antônio Carlos/SC

16/03/2026 – Vila Maria/RS

17/03/2026 – Vanini/RS

18/03/2026 – Santo Antônio do Palma/RS

19/03/2026 – Montauri/RS